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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Talvez(s)

Por tanto tempo eu acordava e sem querer, SEM QUERER MESMO, eu lembrava de ti. Não era algo que acontecia depois que eu estivesse consciente, suas feições, sua voz, seu cheiro impregnados em minha mente sempre estiveram.

Por tanto tempo, eu senti a pior dor do mundo. A dor não-ter. Aliás, do NÃO-PODER-TER. Eu te tinha sim. Tinha sua voz comigo, nossas lembranças decoradas com esforços extremos da minha memória fraca. É, te tive ou tenho ainda. Não sei.

Mas ainda penso em ti. Ainda te amo. Talvez nada mude pra você. Continuaremos amigos. Talvez nada mude pra mim, te amarei incondicionalmente. Talvez nada mude para nós, eu te amando e você também, só que um outro alguém.

Talvez eu imagine demais. Talvez eu sinta demais. Ou, um talvez mais certo, eu realmente te amo e você nunca saberá disso.

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