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sábado, 28 de abril de 2012

E lá vem o tempo, me pregando peças de novo. O que era concreto, exauriu-se por inteiro. Fico aqui, com a esperança de que em algum momento não só aquilo que é efêmero seja o suficiente.

terça-feira, 10 de abril de 2012

domingo, 25 de março de 2012

E do que adianta eu tentar pensar em futuro, se tudo que quero é meu passado de volta. Se tudo que quero, é cada lembrança tua, é cada cheiro teu. Cada sorriso, cada sensação única que tu me fazia sentir.

Eu não entendo o por que, e talvez nunca venha a entender, pra que tanto amor. Pra que tanta necessidade.
Sei que sinto, e isso me impede de tanta coisa.


Tudo que eu sou hoje, de alguma forma, se liga a ti. É amor demais, amor demais, demais.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O amor nasce, renasce das cinzas inúmeras vezes. E morre outras centenas também, com desgosto de um fim do que seria pra sempre.

Mas não são todos que ressuscitam, longe disso. Alguns se tornam pó e do pó, ódio. Pudor. Nada.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Da abstração mais infame do que era pra ser real. E do cheiro menos próximo aos que me trazem recordações.

O que dizer quando se tinha tudo pra dar certo mas ainda não foi o suficiente?

Que o tempo dure mais do que possamos perceber e faça, minuciosamente, todos os muros a nos cercar, a nos consolidar. Que dure em mim, como se fosse suficiente, ora, por que não? Por que não se tu me cativas, se eu te cativo pois vejo como tu falas, como tu ages diante de minha presença, como tu se esquivas de meus toques. É perceptível até demais. É suficiente até demais.