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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011


Eu ainda não acredito. E é estranho isso.
Sabe, normalmente, eu não acredito no que não sinto. Mas essa noite foi diferente, foi absurdamente, completamente, diferente. Pois eu senti algo que nunca
havia sentido antes com todas as partes possíveis e vísiveis e as invisíveis também. Senti amor, fanatismo, senti nervosismo, senti arrepio dos meus a cabeça,
senti eles tão perto de mim, senti que ao menos nessa noite, eu fazia parte da família deles.

E pulei, e gritei, e cantei, e dancei, e amei e e, e foram tantas emoções e sensações que eu simplesmente não possuo o dom de transmití-las até vocês.


Só afirmo isso: Foi uma das melhores coisas que já aconteceu na minha vida, se não for a maior.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

IT'S NOT A DREAM ANYMORE.

Em um instante você fecha os olhos e deseja aquilo com toda a sua alma, no outro, você volta a si e pensa: "é, é quase impossível." Mas há de se convir que o impossível, é, realmente, só questão de opinião.

Há de se dizer que sonhar é ter. Nem ao menos que seja na imaginação, mas é ter.



E amanhã, um sonho, um lindo sonho vai se realizar pra mim. Espero que não termine quando acabar. E há de durar pra sempre enquanto eu me lembrar.


PARAMORE.20-02-2011 <3

domingo, 30 de janeiro de 2011

Eu tinha apenas 16;

Não é o fato de me sentir só que realmente incomoda. Essa solidão repentina que me acerca de tempos em tempos já aprendi a amenizá-la e a me poupar. Com música e saideras que vinham me fazendo mal. Por dentro e por fora. Sabe, eu comecei a perceber que a imagem que tinham de mim mudou tão drasticamente que de uma hora pra outra nem eu mesma reconhecia meus atos e minha hipocrisia pura. Hipocrisia que eu tanto criticava, hipocrisia que eu tanto temia. E temo, ainda, por restar um pouco de moral em minha mente. Que seja pouca, mas que exista.

Não é o fato de não querer ninguém por perto e me isolar que realmente me incomoda. Todos que têm laços firmes comigo, sabe, desde sempre, que eu vou, mas eu volto.

Não é o fato de não saber o que vai ser que realmente incomoda. Deixa rolar, deixa acontecer. O que tiver de ser, será. Acredito em destino, em caminhos que se cruzam e se cruzarão. É verdade, tinha planos pro futuro. Tinha um tanto de coisas a cumprir em minha lista infame que simplesmente se exauriram, se foram. Restam coiss a cumprir, amigos a manter, distância a superar. Mas depois que te deletei por completo, já não preciso me preocupar atoa com um futuro que nunca será do seu lado.

Não é o fato de não ter fatos pra contar. Mas é o fato de não querer saber de ter mais fatos. Entende?


Desculpa. Isso é o que eu to sentindo.

Post inútil.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Nothing left to lose.

Sentia tanta dor ao tentar te esquecer que até esquecia que eu queria esquecer.
Me recordo que saía, olhava a lua. E gastava papel e caneta exageradamente assim como gastava horas e horas de sono bom pra pensamentos vagos de seu maldito belo rosto.

Sempre quis amar. E quando amei, queria do fundo da minha alma nunca ter amado. Não alguém tão insano, tão adorável, tão belo como ti. Alguém que nunca se quer ousou a ter meu rosto antes de dormir como eu tenho o seu, antes e após dormir.

Eu fiz o impossível, ao menos acho que fiz e te esqueci. E acabei com isso. Acabei com todo e qualquer vestígio sobre você em mim. Mas ainda tenho a dor. Mas ela eu suporto, tendo feito o improvável e te esquecido.

Nós morremos. Nunca existimos, é verdade. Mas, definitivamente, nós morremos em mim.

E eu não tenho mais nada a perder.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Buscarei inspiração em sua respiração.
Minhas mãos se movem no ritmo coordenado pelas batidas ordenadas do meu coração, mesmo sem querer, por você.
E as palavras esfregadas no papel velho e gasto e inapropriado são.
Palavras de amor e de dor.
De dor e de amor.
Disso e daquilo. Me diga, á ti, como me opor?
Me ensinas?

Se sei que assim, com menos dor: não há amor.
Tem distância. Ausência.
Insanidade. Só tem você, oras.

Jogo a caneta pro lado; não mais a quero.
Não preciso repetir o que já sei de cor.
Sei de você e sei um pouco de mim.
E de nós, e de amor, e de dor, eu sei.