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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Se eu pudesse te ter em mãos mais uma vez, creio que não deixaria você partir. Será o álcool agindo em suas veias que te fizeram pronunciar tais palavras e me beijar com tanto desejo? Que não seja.

E que beijo. Lábios entrelaçados, unidos como unha e carne. Tu não sabes, mas eu esperei por esse contato durante um bom tempo. Volte aqui, lhe farei carinho, pegarei teus prantos e os colocarei em uma caixa vazia, os absorverei se preciso for, pra te ver sorrir. Venha cá pra dentro dos meus braços, te juro fazer com que o eterno seja mero detalhe diante do que sinto.

You don't know how lovely you are.

sábado, 28 de abril de 2012

E lá vem o tempo, me pregando peças de novo. O que era concreto, exauriu-se por inteiro. Fico aqui, com a esperança de que em algum momento não só aquilo que é efêmero seja o suficiente.

terça-feira, 10 de abril de 2012

domingo, 25 de março de 2012

E do que adianta eu tentar pensar em futuro, se tudo que quero é meu passado de volta. Se tudo que quero, é cada lembrança tua, é cada cheiro teu. Cada sorriso, cada sensação única que tu me fazia sentir.

Eu não entendo o por que, e talvez nunca venha a entender, pra que tanto amor. Pra que tanta necessidade.
Sei que sinto, e isso me impede de tanta coisa.


Tudo que eu sou hoje, de alguma forma, se liga a ti. É amor demais, amor demais, demais.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O amor nasce, renasce das cinzas inúmeras vezes. E morre outras centenas também, com desgosto de um fim do que seria pra sempre.

Mas não são todos que ressuscitam, longe disso. Alguns se tornam pó e do pó, ódio. Pudor. Nada.