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sábado, 19 de junho de 2010

Padrão, critico mesmo!

Globalização, inserção\aceitação na sociedade, ausência de personalidade. Estes são, alguns dos motivos pelos quais, a maioria das pessoas, principalmente, os mais jovens, os da minha idade, especificando mais um pouco, seguem os padrões, seguem a conformidade, a popularidade, aquilo que é mais agradável aos olhos dos outros.
Escutam a mesma banda que os do seu grupo escutam, se vestem de maneira idêntica, etc etc etc.

Isso é imutável, eu acho, portanto, me conformo quando vejo um tanto de gente igual na rua tentando ser diferente.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Patriotismo = quase zero.

Estava eu me dirigindo pra mais uma aula de inglês. Nunca é um sacrifício pra mim como as demais aulas\matérias são. Me divirto na aula, aprendo muito mais do que em qualquer outra. Prosseguindo com o caminho, cheguei então na esquina da Avenida perto do Clube Guaxupé, estava desatenta e com olhar fixo pra baixo - costume imbecil. Olhei pra frente e avistei aquela MÚVÚCA desgranhenta, uma moça com um mini short curtíssimo mostrando a bunda e só com uma bandeira do BRASIL nas costas. Assim que vi essa cena deplorável -q, voltei pra casa com o resto de patriotismo que me restava resultando em zero.
Qualquer motivo por mais fútil que seja, levam as pessoas a beberem e a se comportarem tão estupidamente. Se fosse uma final de copa do mundo, eu até concordaria, mas, um jogo de primeira fase no qual a Coréia quase empatou, é pouco demais pra tamanha farra. É o que acho.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Peculiaridades.

Minha boca anda ressecada devido à ação do vento, acho eu. Então, fui comprar manteiga de cacau, e sei lá por quais diabos, eu simplesmente não lembrava como a bendita se chamava, denominei-a de pasta de cacau, batom de cacau etc nas minhas tentativas de achar o nome certo. Pra não pagar um mico, eu andei pela avenida, me esforçando pra lembrar, me esforçando mesmo, cheguei até a fazer uns movimentos estranhos. Por fim, depois de ter caminhado uns 2 quarteirões pra frente da loja, eu lembrei *-* e voltei correndo, rindo de mim mesma. Cheguei exausta, e para minha frustação, a porta se encontrava fechada, minha boca ainda mais ressecada e com a minha futura amnésia da velhice despertada aos 15 anos.
E também hoje, eu voltava do inglês transparecendo muita calma e dando meus passos com bastante preguiça, olhava para as vitrines, para as pessoas, para o céu rs. Como é quinta, e sexta de manhã conforme o meu horário, eu não tenho aula no turno vespertino, e assim, posso dormir a hora que eu desejar. Não sei se fui pro cinema pra ver qual filme tava passando ou se queria só andar, enrolar, penso que é a segunda opção. E quando já estava na avenida, um menino\homem que eu nunca vi na minha vida, pára ao meu lado e diz com uma voz rouca : "OI CAROL". Eu apenas acenei pra ele, pois pensava que o conhecia, examinei sua face e vi, não, eu não o conhecia, me afastei e continuei a andar.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Preconceito e suas variações.

Uma prova de História gerou uma discussão muito em grande em torno do que é certo e errado do ponto de vista bíblico. Como era de se esperar de qualquer assunto relacionado a opinião da religião sobre tal, gerou uma tensão a mais. Ok, como sempre, falaram um monte, criticaram um monte e a maioria defendendo e ostentando a opinião de que ser homosexual é pecado, ser ateu é pecado, ser cético é pecado, o que mais é pecado então, o que mais, o que mais?! Eu permaneci quieta, não disse uma palavra,foi melhor assim, porque eu tenho certeza que seria julgada e não gosto de discutir, falo baixo, não me escutariam rs.

Cada um crê naquilo que quer, cada um é aquilo que quer, cada um é aquilo que é.
Fico irritada quando vejo algum tipo de preconceito. Seja racial, homofóbico, social, ou qualquer outro. Não se trta de uma questão de opinião, e sim de respeito. Aceite ou não, respeite o outro.


É provável que a aquiescência em certas posições que as pessoas tomam em relação à sociedade pode estar inapropriada, mas seja lá qual for, nenhuma deve ser desrespeitada antes que a conheça não totalmente, mas uns 70%.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Fazer social me cansa.

Errei no título, não me cansa, me EXAUSTA, tanto fisicamente quanto psicologicamente e emocionalmente.
Fisicamente, porque na maioria das vezes quando eu procuro me aproximar de alguém, tenho que ficar "saindo" pra lugares mais sossegados e sociáveis.
Psicologicamente, pois, é óbvio que eu tenho que pensar no que dizer pra agradar.
E por último mas não menos cansativo, emocionalmente, explico: Quando você quer muito se aproximar, fazer um bom social com uma pessoa, mas, não consegue, bom, você fica frustado e consequentemente, seu emocional será abalado.