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sábado, 31 de janeiro de 2015

20.

Ano passado não escrevi uma palavra sequer, o que não significa que eu não tive o que contar. Pelo contrário, foi um ano intenso, no qual passei por momentos até então, desconhecidos pra mim.

Mas enfim, o fato é que meu peito agonia, grita, espernia por um futuro próximo e sintetizado por mim.

Pai, mãe, irmã. Queria ter o poder de tirá-los daqui, onde já passaram por mal bocados, e transportá-los pra um lugar novo. Do zero. Recomeço.

É fato que não posso. É fato que ainda sou uma mera estudante, sugadora de esforços paternos.

É ter 20 e sentir-se tão incapaz.